Imóveis 'encalhados' têm desconto na internet
Escrito: 11-05-2012
O sonho da casa própria envolve planejamento, economia e burocracia --além de muita pesquisa. Bater perna pela cidade até encontrar o imóvel que você procura costuma ser uma prática repetida à exaustão. Ou costumava. Depois do boom das compras coletivas, o modelo de descontos significativos oferecidos pela internet chega ao mercado imobiliário.
Autointitulada "a primeira ponta de estoque de imóveis do mundo", a brasileira Realton iniciou suas operações há dois meses, com foco em venda de imóveis prontos ou prestes a serem concluídos e, também, de unidades que voltaram para incorporadoras --em geral, por falta de pagamento.
"Por mais que tenham sucesso, empreendimentos costumam ter uma sobra de unidades de 10%, 15%. E uma unidade parada acarreta custos com publicidade, manutenção de ponto de venda, IPTU, condomínio e ainda corre o risco de depreciação. Criamos então um instrumento para auxiliar o incorporador e, também, o comprador, que consegue descontos", afirma Rogério Santos, presidente da Realton.
O valor das unidades em oferta --de empresas como Brookfield, Idea Zarvos, Odebrecht e Tecnisa-- varia de R$ 400 mil a R$ 4 milhões, de acordo com Santos.
"Quem mais procura é quem quer fazer investimentos. O valor médio das unidades fica entre R$ 500 mil e R$ 600 mil", diz Santos. Em um apartamento de R$ 500 mil, por exemplo, o desconto médio é de 20%, ou R$ 100 mil.
O site www.realton.com.br disponibiliza atendimento por bate-papo, e-mail e telefone. Como nas compras coletivas, as promoções têm tempo determinado. Quem tem interesse clica na oferta e gera um cupom.
Para fechar a compra, no entanto, o processo é cara a cara: o interessado vai até o escritório da Realton, no Jardim Europa (zona oeste), e conversa com um "host", que atua como uma mistura de corretor e consultor.
Por ser um outlet com poucas unidades de cada empreendimento, a Realton costuma vender rapidamente. "Se há um imóvel com mais de um interessado, quem 'desempata' a disputa é aquele que consegue entregar a documentação mais rapidamente", diz Santos.
A meta da empresa é atingir, em um ano de operações, um valor comercializado entre R$ 300 milhões e R$ 500 milhões, segundo Santos, que não revela o investimento inicial nem o balanço dos negócios fechados até agora.
APÊ EM PROMOÇÃO
Depois de comprar um apartamento com desconto de R$ 150 mil, o empresário Luiz Turano decidiu criar um portal de promoções. O Promoimóveis (www.promoimoveis.com.br) oferece de 30 a 50 unidades a cada mês, em São Paulo, Rio e Brasília.
A faixa que tem mais saída é a que vai de R$ 250 mil a R$ 800 mil. A cada 16 cupons gerados, o site costuma fechar uma venda --o desconto mais alto foi de 30%, segundo Turano. "Criamos uma nova janela de procura de imóveis. Além do site, fazemos um trabalho ativo com as equipes para fomentar as vendas."
Fonte: Folha online
Mondexflex na imprensa:
Prédio deve se organizar para separar materiais descartados
Escrito: 30-04-2012
Categoria: Mondexflex
Os condomínios não enfrentam apenas problemas relacionados à contratação do prestador que recolhe o lixo. Ainda há muitas dúvidas sobre a maneira correta de fazer o descarte do material.
"Ao contratar a empresa cadastrada pela prefeitura, deve-se separar o lixo reciclável na lixeira especial", orienta Gabriela Tischenberg, analista ambiental da administradora Itambé.
Empresas e cooperativas exigem uma limpeza básica do material a ser reciclado; ele deve ser mantido seco e ficar longe do lixo orgânico. Essa é a parte mais difícil para alguns condomínios, de acordo com Edson Lobo, da empresa 2 A Reciclagem.
Ele conta enfrentar mesmo problemas relacionados a informações errôneas no momento da contratação.
"Ao pedir um orçamento, muitos locais diminuem o volume de lixo a ser recolhido pela empresa, para tentar economizar. Esse arranjo costuma durar pouco, pois cobramos pelo excedente recolhido", afirma Lobo.
Nos empreendimentos comerciais gerenciados por Nilton Savietto, 61, síndico profissional, a coleta seletiva e o descarte correto dos resíduos já acontecem há tempos.
"Mas, por causa do decreto, tive de mudar de fornecedor, optando por uma empresa que recolhe o lixo diariamente", comenta Savietto. O cuidado se estende ao descarte correto de óleo de cozinha, retirado por uma ONG.
A gerente predial Rosimeri Bispo, 44, já havia providenciado em seu condomínio coleta seletiva, papa-pilha e descarte correto de lâmpadas.
"Para nos adequarmos, compramos uma lixeira colorida com sinalização especial, no padrão da lei [municipal nº 14.973/09, que obriga a coleta seletiva em grandes geradores de resíduo], para papel, plástico, metal e vidro", cita. Não houve impacto na taxa condominial.
ÓLEO
O descarte correto do óleo de cozinha também tem preocupado os condomínios. Se jogado na pia ou no lixo comum, ele acabará contaminando o lençol freático.
Estima-se que cada litro de óleo despejado em rios ou lagos polua mais de 25 mil litros de água.
A ONG Trevo coleta óleo usado e só cobra pelo kit de acondicionamento, que custa R$ 40, com funil e tambor de 50 l. "Quando o recipiente enche, o condomínio liga e nós retiramos em um dia", explica Roberto Costacoi, presidente da ONG.
Confira outros locais que fazem o reaproveitamento do material:
MATERIAIS CONVENCIONAIS
-Carrefour:
www.carrefour.com.br
-Chico Mendes: 0/xx/11/ 2752-9446
-Cooperação: 0/xx/11/ 3836-9043
-Coopercaps: 0/xx/11/ 5667-7937
-Coopere-Centro: 0/xx/11/ 3326-4512
-Cooperleste: 0/xx/11/ 2013-3627
-Coopermyre: 0/xx/11/ 5612-4723
-Coopervivabem: 0/xx/11/ 3833-9022
-Crescer: 0/xx/11/3902-3822
-Fênix Agape: 0/xx/11/ 3537-3797
-Nova Conquista: 0/xx/11/ 2514-9333
-Nova Esperança: 0/xx/ 11/214-2350
-Pão de Açúcar, Extra e CompreBem:
www.paodeacucar.com.br
-Sem Fronteiras: 0/xx/11/ 2249-1736
-Vitória da Penha: 0/xx/
11/2541-9298
-União: 0/ xx/11/2217-3850
-Ecopontos:
www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/servicos/limpurb/ecopontos/index.php?p=4626
LÂMPADAS
-www.apliquim.com.br
-www.cec.com.br
-www.leroymerlin.com.br
-www.naturalisbrasil.com.br
-www.tramppo.com.br
ÓLEO
-www.anossaescola.org.br
-www.bioauto.com.br
-www.biobras.org.br
-Pão de Açúcar
-www.trevo.org.br
-www.triangulo.org.br
ELETRÔNICOS
-CCE/USP:
cedir.cce@usp.br
-Coopermiti:
0/xx/11/ 3666-0849
-Drogaria São Paulo:
www.drogariasaopaulo.com.br
-Lojas Pão de Açúcar, Extra, e CompreBem
www.santander.com.br
-Porto Seguro
REMÉDIOS ABERTOS/ FORA DA VALIDADE
-Drogaria São Paulo
www.drogaraia.com.br
A máxima de que o ano e os projetos sérios só começam depois do Carnaval parece o motivo ideal para quem quer comprar um imóvel. Construtoras estão concedendo descontos de até 15% para quem deseja adquirir a casa própria ou quer investir.
Segundo o Secovi-SP (sindicato da habitação), há uma série de motivos para os saldões: sobra de unidades, estratégia de marketing, necessidade de caixa e desconto equiparado ao oferecido nas compras à vista.
Para Emílio Kallas, vice-presidente de incorporação e terrenos do Secovi, o momento é ideal para a compra _e essa fase deve se estender pelos próximos cinco anos. "Somente 5% do PIB é de financiamento imobiliário, e os bancos têm margem de segurança para o crédito, o que garante um bom negócio."
Kallas ressalta, contudo, que essa operação deve ser bem analisada e que as ofertas agressivas não devem ser a razão principal para adquirir um bem desse porte. "É preciso fazer as contas e ver se o imóvel atende às necessidades de toda a família."
A Rossi Residencial é uma das empresas que oferecem descontos. Em 12 imóveis, a redução pode chegar a até R$ 150 mil. Tal oferta vale para o Reserva Espaço Cerâmica, em São Caetano do Sul, com apartamentos que custam mais de R$ 1 milhão.
A MRV Engenharia admite que o objetivo é zerar estoques e dá descontos de até R$ 5.000. A maior parte dos empreendimentos custa até R$ 170 mil -o que possibilita a adesão ao programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, que tem juros mais baixos do que os de financiamento com poupança.
Já a Trisul pretende estender por mais dois meses a campanha que dá descontos entre 3% e 15%, mais escritura gratuita, em 34 imóveis.
Na You, Inc, a redução é de 5% no empreendimento residencial You Vila Formosa. Quem comprar até 1º de abril ganhará uma televisão.
Fonte: Folha
Decoração - Porcelanatos que reproduzem madeira são destaque da Expo Revestir
Escrito: 16-03-2012
Categoria: Mondexflex
Travestidos de madeira, é assim que chegam os principais lançamentos em revestimento cerâmico a serem mostrados na Expo Revestir, feira para profissionais que começa terça (6) em São Paulo.
O que apontava como tendência nas duas últimas edições se confirmou e aparece com desdobramentos.
As peças ultrapassam a aparência de clássicos carpetes de madeira. Fabricantes brasileiros e importadores trazem produtos com acabamento rústico, como madeira de demolição, e diferentes modelagens, como o parquet.
A variação é uma resposta à boa aceitação do produto em diversos ambientes da casa. "Esse tipo de revestimento tem manutenção simples e é usado também em áreas úmidas", aponta a coordenadora de marketing da Portobello Christiane Ferreira.
NOS DETALHES
Reproduções fiéis aumentam o leque de tonalidades: bambu, canela, cumaru, eucalipto, imbuia e peroba são apenas algumas das espécies encontradas em cerâmica.
A Gyotoku apresenta imitações de 30 espécies, cita Silvana Minello, consultora de produtos.
Os modelos fabricados tentam mimetizar a originalidade das peças naturais. Dentro da mesma linha uma placa não é igual a outra -assim como as naturais não são.
Nada de 40 cm x 40 cm, as linhas que imitam madeira têm formatos condizentes com seu original. O padrão costuma ser retangular, com variados tamanhos de réguas, como 30 cm x 120 cm.
Fonte: Folha de SP
Linhas azul, vermelha e verde do metrô reúnem imóveis usados a bons preços
Escrito: 09-03-2012
Categoria: Mondexflex
Estar próximo ao metrô valoriza o imóvel, essa é uma máxima dos corretores. O teto escolhido de R$ 250 mil não é baixo, mas é o limite que o mercado imobiliário paulistano usa para unidades de padrão econômico.
Em regiões periféricas, é possível encontrar novos sob esse limite de preço -nem sempre tão próximos à estação de metrô.
Em Itaquera (zona leste), a média do dois-quartos novo no distrito é de R$ 147,5 mil, segundo a consultoria imobiliária Geoimovel.
Quanto mais central o bairro e melhor a estrutura, maiores os preços. No Sacomã (zona sul), o preço médio do apartamento de mesma tipologia é de R$ 249,4 mil.
No distrito do Carrão (zona leste), a média de um dois-quartos é de R$ 242 mil. No entanto, o levantamento de usados feito pela Folha encontrou uma unidade próxima ao metrô por R$ 235 mil.
DESCOBERTAS
Na busca em áreas mais visadas, bons negócios apareceram em imóveis com mais de dez anos e em ruas sem caráter residencial.
Perto da estação Paraíso, um apartamento de 55 m² custa R$ 230 mil. Um achado, se comparado aos novos: no distrito, o dois-quartos custa em média R$ 555 mil.
Ao lado da estação Santana (zona norte) o dois-quartos (65 m²) sai por R$ 210 mil.
Nas imediações da estação Trianon-Masp, o distrito da Bela Vista guarda unidades menores. O um-dormitório sai por R$ 200 mil.
OPORTUNIDADE
Manter olhos atentos e corretores e porteiros avisados é a melhor dica para quem inicia a caça do imóvel com preço e localização ideal.
"Às vezes não preciso nem anunciar porque tem cliente na fila", afirma o corretor Fernando Tomé.
Quando o imóvel precisa de reforma, o cliente consegue margem para negociar o preço -mas, antes de formular a proposta, é preciso avaliar o custo da obra necessária.
Para quem já aluga, uma estratégia é tentar adquirir o imóvel locado. O ator André Del Corso, 40, fez uma proposta em outubro pelo estúdio que alugava. Fechou o negócio por R$ 250 mil perto da estação Trianon-Masp.
Proposta prevê cobrança individualizada de consumo de água e esgoto em condomínios
Escrito: 24-02-2012
Categoria: Mondexflex
As tarifas de água e de esgoto sanitário em condomínios terão cobrança obrigatória por unidade individual. É o que prevê projeto de lei do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) que aguarda relatório do senador Ciro Nogueira (PP-PI) na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR).
O projeto de lei do Senado (PLS179/06) veda a inclusão das tarifas de serviços públicos prestados a unidades autônomas entre as despesas do condomínio. Para isso, a proposta altera a lei que trata de condomínios em edificações e incorporações imobiliárias (Lei 4.591/64).
Também a lei que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos (Lei 8.987/95) deverá ser modificada, segundo o projeto, para prever que o condômino ou proprietário de cada unidade imobiliária seja considerado usuário dos serviços públicos que usufruir com exclusividade. Assim, o condômino será considerado usuário comum apenas dos serviços públicos e divisíveis, prestados ou colocados à disposição de sua unidade imobiliária, previsão inserida pela proposta no Código Civil (Lei 1.331/02).
Ao justificar a proposta, Valdir Raupp ressaltou que deve haver clara separação entre as despesas do condomínio e as de cada unidade individual. Portanto, devem ser cobradas dos condôminos, ressaltou o senador, apenas as despesas decorrentes de serviços que todos aproveitam indistintamente.
Valdir Raupp explicou que as companhias de saneamento básico tratam o condomínio como um único usuário e que as despesas são repartidas entre todos os condôminos, independente do consumo particular de cada um deles. Essa situação, observou, não leva em conta a relação entre o consumo de cada unidade e a tarifa cobrada, o que estimula o desperdício de água.
"Tal situação contraria a Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97), que tem por fundamento o fato de que a água 'é um recurso natural ilimitado, dotado de valor econômico'", disse Valdir Raupp.
Após a publicação da lei que resultar do projeto, os condomínios e as concessionárias terão o prazo de um ano para adotar as medidas necessárias à individualização das tarifas. O projeto de Valdir Raupp tramita de forma conjunta com proposta similar (PLS 444/11), de autoria do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE).
Fonte: JMA-Jornal Meio Ambiente | Fonte: Iara Farias Borges / Agência Senado
Cresce número de reclamações por cobrança de taxas indevidas na venda de imóveis
Escrito: 17-02-2012
Categoria: Mondexflex
Calhamaço com várias páginas e termos estranhos ao comprador leigo, o contrato de aquisição de um imóvel provoca dúvidas mesmo depois de concluída a transação.
As taxas e os valores pagos nesse tipo de negociação têm sido mais questionados na Justiça, segundo especialistas ouvidos pela Folha.
No Procon-SP (órgão de defesa do consumidor), as queixas contra incorporadoras e construtoras tiveram aumento de 26% na comparação entre o primeiro semestre de 2011 e o de 2010. Foram 1.981 reclamações nos seis primeiros meses de 2011.
A alta não é proporcional ao volume de vendas do período, já que houve queda de 31,8% nos residenciais comercializados em São Paulo em comparação ao primeiro semestre de 2010.
A diretora de atendimento do Procon-SP, Selma do Amaral, explica que o pagamento de taxas indevidas é o segundo principal motivo de reclamações ao órgão -dentro da categoria transações imobiliárias-, logo atrás do não cumprimento de contratos, como atraso na entrega ou defeitos.
Uma das contendas é a comissão do corretor -paga ao profissional que intermedeia a venda e que varia entre 6% e 8% do valor da compra. Aqueles que adquirem o imóvel em estandes de venda têm recorrido aos tribunais e aos órgãos de defesa do consumidor para pedir ressarcimento da cobrança.
Outros reclamam da cobrança de assessoria técnica contratada sem anuência, ou, ainda, de terem sido forçados a usar o serviço de despachante de determinadas empresas.
O Sati (Serviço de Assessoria Técnico-imobiliária) está entre as taxas mais questionadas. A cobrança, que costuma ser de 0,88% do valor do imóvel, é considerada imprópria pela comissão de direito urbanístico da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil), explica o advogado Marcelo Manhães.
A venda de um serviço extra ou a cobrança da corretagem não são ilegais. Elas se tornam irregulares quando o comprador desconhece o que está adquirindo.
Para o juiz Paulo Scartezini Guimarães, não adianta os serviços constarem do contrato se não estiver claro para o cliente do que se trata.
"O problema é quando a pessoa paga sem ser avisada que aquele dinheiro não servirá para amortizar a dívida da compra do imóvel", diz.
"Elas são o suporte do edifício. Mas o que acontece? As pessoas simplesmente vão tirando e transformam a obra em um verdadeiro queijo suíço, que a qualquer momento vai cair.
Força-tarefa para casarões
Belle e Sebastian adoram passar o dia cochilando, mas estão sendo motivo de discórdia e de batalha jurídica em um prédio em Santana, na zona norte. É que a síndica do condomínio determinou a retirada dos gatos do apartamento onde vivem com os donos. A alegação é que a convenção do edifício proíbe os moradores de terem animais de qualquer porte. Os proprietários dos felinos estão recorrendo da decisão e lançaram pedidos de ajuda na internet.
Especialistas ouvidos pela reportagem afirmam que as decisões judiciais referentes ao assunto têm sido favoráveis aos proprietários e que existe um entendimento da Justiça nesse sentido. Isso porque a posição dos animais dentro da sociedade se modificou, além da existência do direito de propriedade.
Os gatos, que têm um ano, moram desde agosto do ano passado com o veterinário e biólogo Leonardo Peres Cardoso de Andrade, de 44 anos, e o pesquisador Júlio César da Silva, de 29, no Edifício Ana Carolina. Mas somente em maio a síndica foi informada da existência dos animais por um técnico que foi ao imóvel fazer o conserto do cabeamento de tevê.
No dia seguinte, os donos foram notificados para retirar os animais. Desde então, receberam uma segunda notificação, na qual estava escrito que eles deveriam “dar o devido fim aos dois gatos” e uma multa que vence amanhã.
“Nosso departamento jurídico já está preparando a ação para acioná-los na Justiça. A convenção tem de ser cumprida. Antes da compra do apartamento, os futuros proprietários são informados das regras”, justifica a síndica, a assistente social Rejane de Albuquerque. A convenção é de 1983.
Andrade e Silva afirmam que tentaram argumentar que os gatos não fazem barulho e que nunca receberam reclamação dos vizinhos em relação aos animais. “Mas ela está sendo intransigente, se apegando a uma convenção antiga, que não faz mais sentido”, ressalta o veterinário.
Os donos dos animais afirmam que a posição da síndica é preconceituosa em relação às pessoas que gostam de bichos. Em uma circular enviada aos moradores sobre a presença dos animais, o texto afirma que donos de bichos devem se dedicar a seres humanos. “Dedique o seu tempo livre a uma creche ou asilo. É dando que se recebe amor e carinho de outro ser humano.”
Rejane afirma que gosta de animais, mas pensa exatamente o que diz o texto. “Em vez de perder tempo com animal, as pessoas podem vir ajudar a resolver os problemas do condomínio ou se dedicar a crianças ou a idosos”, diz ela.
Andrade, que está recorrendo da decisão na Justiça, argumenta que não pode existir intervenção da síndica dentro do apartamento, uma propriedade privada. “Nós estamos felizes com os gatos, eles também são muito felizes e bem cuidados e não faz sentido esse tipo de conduta na nossa sociedade. Os gatos ficam.”
Rejane é categórica: “Os gatos vão sair”.
Fonte: Jornal da Tarde.
Preço médio do metro quadrado de apartamentos de dois quartos com até 100 m2 é de R$ 4,97 mil. Os imóveis mais procurados para morar em São Paulo são os apartamentos de dois dormitórios. Comprá-los, no entanto, está cada vez mais pesado para o bolso: os preços nos últimos dois anos subiram até 175%, conforme levantamento feito pela administradora imobiliária Lello.
Este timelapse surpreendente mostra edifício de 30 andares construído em apenas 360 horas
Escrito: 10-01-2012
Categoria: Mondexflex
Leitor do site Gizmodo, o americano Xian Min Zhang enviou ao veículo um impressionante vídeo timelapse do projeto mais recente da empresa dele: um hotel com 30 andares e 17.000m² construído em apenas 360 horas. Só 15 dias! Mesmo vendo, é difícil de acreditar.
Ele foi construído perto do lago Dongting, na província chinesa de Hunan, pela construtora Broad Group, especializada em arquitetura sustentável. O edifício usa módulos prefabricados (com precisão de +/- 0,2mm no processo de fabricação) montados em uma estrutura de aço, com armação diagonal de aço.
O hotel é tão sólido que pode resistir a um terremoto de magnitude 9, segundo testes da China Academy of Building Research. (Há uma cena onde você pode ver o processo de teste, no ponto 1:49.) Eles afirmam que isto é uma resistência cinco vezes maior que em edifícios convencionais.
A empresa também diz que ele é cinco vezes melhor em eficiência de consumo de energia. Ele é recoberto por vidro com 15cm de espessura e tem janelas com persianas embutidas, além de um sistema de recuperação de calor e um ar-condicionado com processo de filtragem em três estágios, que deixa o ar interno 20 vezes mais puro que o ar externo. Eles dizem que há monitoramento da qualidade do ar em todo cômodo, o que, dado o problema de poluição na China, parece ser algo importante por lá.
O recorde de edifício contruído mais rápido pertence a um prédio menor, de 15 andares, construído em apenas seis dias - mas este aqui impressiona muito mais.
Assista ao vídeo em: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/este-timelapse-surpreendente-mostra-edificio-de-30-andares-construido-em-apenas-360-horas/
Dica da Mondexflex:
Como agir
Normalmente elevadores param – e deixam quem está dentro deles neste momento presos por questões elétricas, mecânicas ou até por falta de manutenção Essas são situações que causam pânico em muitas pessoas e exigem uma providência rápida. Mas, afinal, que medidas devem ser tomadas se um elevador parar e, dentro dele, houver alguém preso?
PARA O PASSAGEIRO
Se o elevador parar entre andares, os ocupantes devem manter a calma, pois o perigo não é iminente;
Muitos elevadores têm luzes de emergência, que funcionam por algumas horas sem energia elétrica, e interfones de comunicação com a portaria;
Segundo os fabricantes, os elevadores têm ventilação necessária para respiração;
Acionar o botão de alarme e/ou utilizar o interfone para pedir ajuda;
Não force as portas e se o elevador parar entre andares e a porta abrir, não tente sair por conta própria; o elevador pode voltar a funcionar no momento em que estiver saindo. Aguarde a sua estabilização.
PARA O SÍNDICO
Não tente resgatar a pessoa presa, nem permita que um funcionário do condomínio o faça. Somente as empresas de manutenção de elevadores e o Corpo de Bombeiros são habilitados para fazer isso com segurança.
O resgate por pessoas não-habilitadas (funcionários do condomínio, por ex.) traz risco de MORTE tanto ao passageiro quanto ao resgatante.
Chamar imediatamente a empresa conservadora ou o Corpo de Bombeiros.
Em caso de incêndio, não se deve utilizar os elevadores, o abandono do edifício deve ser feito pelas escadas. Essa dicas são muito importantes!
Fonte: Síndico.com
Condomínios devem ficar atentos às lixeiras e novas multas que já valem para as calçadas de São Paul
Escrito: 16-12-2011
Categoria: Mondexflex
Publicada em 10 de setembro de 2011 no Diário Oficial do Município de São Paulo, a Lei nº 15.442/2011, que trata da limpeza e conservação das edificações e terrenos na cidade, incluindo as calçadas públicas, impôs novos valores de multas aos proprietários e inquilinos ocupantes dos imóveis.
A Prefeitura informou que começou a praticar a nova tabela em novembro passado, através da Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras.
A lei estabelece ainda que todo passeio público deverá deixar uma faixa mínima de 1,20 metros de largura livres de qualquer obstáculo, permitindo a mobilidade dos pedestres. Para os condomínios, o dispositivo chama atenção ainda por causa das lixeiras, muitas das quais costumam ocupar ampla faixa que poderia ser destinada à circulação dos transeuntes.
Nada é mais simbólico para o mês de dezembro do que a preparação para o Natal. Com ele, vem a tradição de enfeitar os condomínios com luzes e árvores típicas da época.
Difícil ver um condomínio que não coloque nem uma luzinha para dar um brilho ao seu jardim. Por isso, o SindicoNet traz algumas dicas e cuidados necessários sobre o assunto.
Como organizar?
- Antes de qualquer coisa, deve haver um planejamento sobre o quanto pode ser gasto com a decoração natalina. Se esse tipo de ornamentação já está previsto no orçamento anual, ou não envolva custos elevados, é provável que não seja necessário nenhum tipo de rateio extra. Caso contrário é interessante que se vote em assembleia tanto se vai haver ornamentação e, em caso haja aprovação, quanto dinheiro será empregado na tarefa.
- As administradoras consultadas sugerem que haja um rateio anual para os custos com a decoração. Desse modo, por se tratar se uma despesa ordinária, os inquilinos também devem pagá-la.
- Para ajudar a montar a decoração, vale montar uma comissão de moradores interessados. As crianças também podem ajudar no trabalho, promovendo assim uma maior integração no condomínio.
- Comprar esse tipo de artigo nos centros populares (como a rua 25 de Março, em São Paulo), colabora para manter os custos ainda mais baixos.
Tipos de decoração
Outro ponto importante é o tipo de decoração que o condomínio espera apresentar. Se o desejo for por algo simples, como lâmpadas do tipo “pisca-pisca” nas árvores do jardim e enfeites do mesmo tipo na portaria, os próprios funcionários podem se encarregar de fazê-lo.
Também é possível colocar uma árvore de Natal no hall social, com algumas caixas, que simbolizam os presentes, embaixo dela.
Nesses moldes a decoração sai bem em conta. Na hora de montá-la vale usar os enfeites de anos anteriores – os custos são apenas em substituir as lâmpadas queimadas e algum enfeite quebrado.
Quem quiser uma decoração mais ecológica pode usar a criatividade e criar enfeites com garrafas pet e revistas antigas, por exemplo.
Há outros lugares, principalmente os condomínios comerciais, que optam por apresentações mais elaboradas. Para quem quer uma decoração completa de fachada, é preciso preparar o bolso. Dependendo da empresa escolhida e do tipo de ornamentação o custo pode chegar a R$ 10 mil. Nesses casos o recomendável é contar mesmo com a mão de obra especializada – já que não é possível para os funcionários do prédio, por exemplo, colocar lâmpadas em toda a fachada.
Quem opta por uma decoração maior também deve se antecipar sempre que possível – tanto na decisão do orçamento empregado quanto na pesquisa da empresa escolhida. Com a proximidade do Natal, as prestadoras desse serviço vão ficando cada vez mais atarefadas, com menos horários disponíveis e, é claro, cobrando mais caro.
Cuidados com a rede elétrica
O Programa Casa Segura, criado com o objetivo de alertar a população sobre os riscos de acidentes elétricos, dá algumas dicas para evitar que a iluminação natalina seja a causa de acidentes e tragédias. Veja abaixo:
- Escolha com cuidado os cordões de luz, mangueiras e pisca-piscas. Eles devem ser de boa procedência e certificados pelos institutos controladores de qualidade.
- Antes de instalar os artefatos, especialmente os já utilizados anteriormente, verifique sua condição geral e preste atenção às emendas e à película plástica isolante. Emendas e conexões devem estar protegidas com fita isolante de boa qualidade.
- Assegure-se de que a capacidade e a resistência dos condutores, tanto da fonte de energia quanto dos enfeites em si, sejam compatíveis com a carga elétrica requerida, observando o correto dimensionamento de cabos e fios.
- Confirme se a tensão das lâmpadas é compatível com a tensão da rede.
- Só ligue o equipamento na tomada após a conclusão da montagem, para evitar acidentes por falhas no isolamento de fios ou nas emendas. N
- unca toque na fiação nem substitua lâmpadas queimadas com o aparelho ligado à fonte de energia.
- Na ornamentação de exteriores (como fachadas, jardins, varandas e grades), o cuidado deve ser redobrado. A umidade e a presença de água são fatores que elevam bastante a probabilidade de acidentes.
- Não instale objetos decorativos nas proximidades da rede pública de energia e jamais use os postes para ornamentação.
-
Finalmente, não faça nenhuma instalação se você não tem conhecimento prévio de segurança elétrica. O correto é contratar um profissional habilitado para orientá-lo na aquisição de dispositivos e para realizar a instalação.
Outras possobilidades
Em muitas cidades, há a possibilidade de alugar a decoração natalina. Dessa forma, consegue-se variar os motivos anualmente sem investir na compra dos materiais.
Em condomínios clube, uma opção bacana para integrar as crianças é chamar uma equipe especializada em enfeites natalinos. Dessa maneira, dá para juntar os pequenos para a elaboração de ornamentos únicos para a árvore de Natal, por exemplo.
Outra forma de manter o espírito natalino em alta é colaborar com alguma ação social. Os condôminos doam roupas e brinquedos para alguma instituição de caridade e, depois, podem ajudar no momento da entrega.
Fonte: Fontes consultadas: Conteúdo SíndicoNet; Programa Casa Segura; Rodrigo Matias, da administradora Matias, José Roberto Graiche, da Graiche administradora, Vania Dal Maso, da administradora Itambé, Gabriel Abdon, da administradora Prop Starter, Sergio Meira Castro, diretor de condomínios do Secovi-SP.

Lavanderias e home offices passam a ocupar áreas comuns de edifícios, que são obrigados a estabelecer normas para garantir convivência pacífica.
SÃO PAULO - Com menos espaço nas unidades, a opção de tornar coletivas áreas como lavanderias e home offices tem crescido entre empreendimentos compactos e cheios de serviços adicionais. Mas levar essas instalações para as áreas comuns dos condomínios também exige organização. Sem isso, a solução poderia se tornar um problema de convivência para os moradores.
"Quando concebemos um empreendimento, a administradora acompanha como os espaços podem ser usados", conta a gerente de marketing e produto da construtora Lúcio Engenharia, Maristela Sordi. A empresa deve lançar até o fim do mês o NKSP Paulista, edifício na Bela Vista com sala de reuniões e lavanderia coletivas.
Entregue o imóvel, as administradoras também têm participação decisiva na criação do regulamento interno dos empreendimentos: "E as regras de uso são aprovadas por assembleia", diz o vice-presidente da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic), Fábio Kurbhi.
Cada caso. A utilização das lavanderias, em regra prevista nas convenções condominiais, pode ocorrer de diversas formas. "Pode-se contratar profissionais para operar as máquinas ou fazer a opção pela compra de fichas", explica a gerente geral de atendimento da administradora Itambé, Vânia Dal Maso.
No condomínio onde Agnaldo Santim, de 45 anos, é gestor, metade das 33 unidades usufruem das máquinas, e a prioridade de uso é por ordem de chegada.
"Há um consenso. Como temos as mesmas empregadas trabalhando há um bom tempo, não há problemas. Quando uma nova chega, explicamos como as coisas funcionam", conta.
Menos numerosos nos edifícios, os home offices têm mais controle: "O espaço precisa ser reservado, e alguns condomínios optam pela cobrança de taxas", diz Vânia.
Os concierges organizam as escalas de uso em muitos empreendimentos, embora essa não seja uma regra.
Aprovação. Considerada indesejável para alguns públicos, a supressão de espaços nos apartamentos não incomoda os proprietários de compactos, de acordo com a gerente geral de condomínios da administradora Hubert, Carmen Wallerstei.
"O perfil do comprador desses imóveis é single e não precisa de espaços como esses (dentro das unidades)." Segundo ela, a escolha de compra do público leva em conta as facilidades previstas nos empreendimentos.
Apesar do grau de satisfação, a manutenção dos equipamentos em instalações coletivas às vezes torna-se um fator de discórdia. "Mesmo quem não usa tem que pagar pelo conserto de uma máquina quando ela quebra. Isso às vezes gera reclamações", conta Carmen.
Assim como ocorre com salões de festas, as novas dependências comuns ficam no memorial descritivo do condomínio, obrigando todos a pagar por elas independentemente do uso.
Com chaves nas mãos, moradores de empreendimentos novos sofrem com instalações danificadas e obras inacabadas em áreas comuns
Lidar com atrasos na finalização de empreendimentos tornou-se rotina para a maior parte dos consumidores nos últimos anos. Se engana, no entanto, quem acredita no fim dos problemas com o recebimento das chaves pelos proprietários. Além de um período natural de ajustes, os novos moradores comumente enfrentam a entrega parcial das instalações do condomínio - nem sempre prevista nos contratos de compra e venda.
A finalização em partes dos empreendimentos ocorre muitas vezes como reflexo do estouro de prazos nas obras, segundo a gerente de relacionamento da administradora Lello, Márcia Romão: "Instalamos cerca de oito condomínios por mês. Tem sido comum incorporadoras avançarem 180 dias sobre o previsto. E, às vezes, o imóvel tem algumas áreas para terminar".
De acordo com Marcia, equipamentos deixados para depois em geral não são essenciais ao projeto, como é o caso dos acabamentos. "Para não prejudicar ainda mais o morador, a construtora opta por isso."
Em abril, o vendedor Manoel Triches, de 30 anos, recebeu seu apartamento de dois dormitórios, embora o conjunto habitacional, na Vila Prudente, estivesse com a piscina e elementos de paisagismo inacabados. "Hoje, o portão de entrada de carro ainda está ruim, e o elevador vive travando", acrescenta. Em seu primeiro imóvel, ele confessa não ter imaginado tantos problemas quando comprou a unidade.
A presença de pedreiros das construtoras nas dependências comuns dos prédios é comum nos primeiros 30 dias de ocupação, de acordo com o gerente de implantação administradora Robotton, Mauricio Dell Arno. "Às vezes, a empresa entrega o condomínio com 80%, 90% da obra pronta." A permanência dos profissionais, segundo ele, tem por objetivo a realização de reparos a danos criado pelo uso inicial.
No condomínio do comerciante Sosthenes Marques, de 36 anos, o atraso no acabamento das instalações não ocorreu só em razão de ajustes necessários: "Foram terminadas as oito torres previstas, mas as áreas comuns não estavam de acordo". Em agosto, quando as chaves foram entregues, faltava decoração no salão de festas, que também apresentava infiltrações. Mais de dois meses depois, a piscina e o salão mulher, além do salão de festas, ainda não foram oficialmente colocados à disposição dos moradores.
A entrega formal das áreas deve contar com a concordância do conselho condominial. Quando há atrasos, a incorporadora precisa acordar um prazo para o encerramento das obras. Feito isso, em geral o síndico realiza uma vistoria para avaliar a boa condição dos espaços.
Regularização. "Entrega não quer dizer aceitação. O corpo diretivo pode não concordar com a pintura ou acabamento, por exemplo", diz o CEO da administradora Itambé, Flavio Martins.
O vice-presidente Imobiliário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Odair Senra, afirma que a instalação de condomínios e a ocupação só se dá depois da obtenção do "habite-se" do imóvel na Prefeituras - documento que garante condições adequadas de habitação. "Como a maior parte das unidades dos empreendimentos é financiada, é preciso a averbação da construção para gerar a matrícula individual (que é pedida pelos bancos para a liberação de crédito)."
As administradoras também exigem a aprovação municipal para a implantação dos condomínios. "O morador só entra (no imóvel) depois da primeira assembleia", diz Martins.
Na prática, a ocupação nem sempre respeita a legalidade, de acordo com a advogada Patrícia Mendlowicz, especializada em contratos e em direito do consumidor. "A pessoa recebe um papel da construtora e acha que é o habite-se, mas, às vezes, é só o alvará de construção", alerta. "Elas estão entrando nos empreendimentos sem a menor condição de habitação."
Réveillon: diária média de dois-quartos no litoral varia 100%
Escrito: 01-11-2011
Categoria: Mondexflex
Com as limitações de espaço dadas pelo mar e pela grande reserva de mata nativa, Ilhabela (198 km de São Paulo) tem as praias mais caras do litoral paulista para quem quer alugar casa no Réveillon. Na cidade, a diária média de um dois-dormitórios sai por R$ 680.
Mais próxima à capital, Santos (72 km) oferece preços mais baixos. O aluguel médio do apartamento de dois quartos é de R$ 340 por dia.
O resultado é de um levantamento feito pela Folha com 315 imóveis oferecidos para aluguel de temporada em seis cidades do litoral: Bertioga, Guarujá, Ilhabela, Santos, São Sebastião e Ubatuba.
A pesquisa mostra que o litoral norte é mais caro que a Baixada Santista. A variação é de 25% em dois-quartos.
Além de praias mais badaladas, o litoral norte oferece grande número de casas para aluguel com muitos quartos e vagas na garagem.
Na praia de Maresias, em São Sebastião, a diária de uma casa de oito dormitórios, com piscina e churrasqueira, vale R$ 3.500.
Em Ilhabela, uma casa de três quartos na praia da Feiticeira vale R$ 1.200 a diária.
Próximas à capital, Santos e Guarujá têm muitas unidades pequenas, como quitinetes e apartamentos de um dormitório. Na praia das Pitangueiras, na região central do Guarujá, a diária do um-dormitório sai por R$ 300.
No Gonzaga, em Santos, há apartamentos de um quarto por R$ 500 o dia de locação.
Fonte: Folha de SP
Mondexflex dá dicas para receber os amigos com aconchego
Escrito: 21-10-2011
O site Morar Bem, do site Terra, publicou uma matéria sobre dicas para receber os amigos em casa, com um toque de aconchego. A Mondexflex apoia e replica as ideias aqui no blog! Confira abaixo:
Você sempre gostou de receber amigos, mas não consegue deixar a sala aconchegante. Essa é uma parte da casa onde as pessoas ficam por um bom tempo e que pode servir para festas grandes ou para encontros mais intimistas. Assim, merece dedicação especial na hora de escolher a decoração.
Para começar, se há um cômodo que tem a cara do dono da casa é a sala. Um jeito de deixar o ambiente personalizado é fugir das sugestões prontas dos showrooms das grandes lojas – aqueles em que os ambientes já vêm completos. “Se você compra do jeito que está nas lojas, quem garante que não será igual ao do vizinho? Vai faltar identidade sua ali”, defende o arquiteto André Largura, do escritório Ambienta, de Curitiba, que trabalha em conjunto com a designer de interiores Giovana Kimak.
A sugestão é evitar o padrão comum, como o jogo de sofás coordenado e a pintura a óleo na parede. Pode-se inovar e diversificar na mobília. Mesclar obras de arte como móbiles e gravuras no mesmo espaço e levar para a sala aquilo que você gosta e acha bonito.
Uma forma de projetar um ambiente aconchegante é distribuir de distintas maneiras os móveis de sentar. Há quem prefira sofás para deitar, outros não gostam de poltronas muito moles por causa de problemas na coluna e há ainda os que não se importariam com futons à altura do chão, mesmo sendo ergonomicamente menos indicados.
“O interessante é você ter um confortável sofá com almofadas com cores, divertindo o ambiente. Também uma mesa central que serve para apoio. E não pode faltar um tapete, que pode ser colorido ou com listras. Uma cortina com um tecido com uma caída bacana também dará um toque aconchegante”, orientam os arquitetos de São Paulo Salim Dib e Yara Furtado.
Outro mecanismo fundamental é projetar a iluminação. “Mal projetada, pode comprometer o conforto do ambiente, mesmo que todo o resto esteja bem estruturado”, afirma André Largura. Se a sala recebe muita gente, não deve ter luz direta sobre os rostos das pessoas. “Incomoda. E ninguém se sente à vontade mostrando todas as suas imperfeições em um foco de luz”, comenta.
Deve ser algo semelhante ao layout de um restaurante, com vários pontos de luz distintos e pouco focados. Um único lustre pode ser instalado junto com luminárias de chão e pendentes, gerando diferentes nichos. Por exemplo, a luz que foca os sofás não é a mesma o canto da sala e nem a que ilumina a mesa de jantar. Todas formam um conjunto harmônico.
Você também pode se valer de velas em pontos estratégicos. Elas trazem suavidade e podem ficar mais próximas dos convidados, pois não incomodam tanto como a luz artificial. Recorra ainda a lampiões, que combinam bem em varandas com ligação com a sala. “A pessoa tem de sentir que você preparou a casa para recebê-la”, sugere André Largura.
Também dá para personalizar o cômodo usando objetos que você já tem em casa, mas que não estão em lugares bem resolvidos — aquela pequena estante da vovó esquecida no canto do quarto, por exemplo. A mudança renova a peça e dá identidade ao cômodo. “O importante é escolher tecidos que sejam fáceis para a manutenção, como o couro e a camurça sintética”, recomendam Salim Dib e Yara Furtado.
Mesmo em salas pequenas, tão comuns nos apartamentos, é possível investir em uma decoração original. Fica difícil receber mais do que cinco ou seis pessoas – prefira, portanto, pequenas reuniões. E não tente resolver tudo no mesmo cômodo: se não há espaço para uma mesa de jantar, invista no conforto de poltronas e na praticidade de servir com aparadores, que ocupam pouco espaço. Todos se sentirão bem acomodados.
Crimes passaram a ser investigados pelo Deic em 2009. Desde então, registros caíram de 32 para 9
O delegado da divisão, Mauro Fachini, acredita que a centralização das investigações foi importante para a redução. “Conhecemos como as quadrilhas agem”. A baixa rentabilidade dos assaltos também colaborou com a queda. “Dividir R$ 5 mil, R$ 7 mil entre sete pessoas não vale a pena para o bando.”
Em 2009, quando houve uma explosão de arrastões, a Secretaria de Segurança Pública determinou que o Deic assumisse as investigações. Desde então, os índices caíram bastante.
Este ano, quatro grupos foram desarticuladas e 40 pessoas foram presas. Para o delegado, a participação dos funcionários dos prédios é um mito. “Nos casos que investigamos, foi nula. Muitas vezes, a informação partiu de um morador. E na maioria dos registros, os criminosos se valeram do descuido das pessoas.”
O diretor de condomínios do Secovi (Sindicado da Habitação), Sérgio Meira de Castro, acrescenta que a capacitação dos empregados também colaborou para reduzir as estatísticas. “Agora o funcionário é ouvido. Antes, ele levava bronca por proibir a entrada de um estranho.”

Manutenção de Sacadas, Fachadas e Janelas
Varandas e Sacadas
- A manutenção do piso e/ou teto das varandas é de responsabilidade de cada unidade (proprietários).
- Porém se comprovado que o vazamento possui como origem, por exemplo, uma tubulação vertical da rede central que serve todas as unidades, então essa resposabilidade será do condomínio, ou seja todos pagarão pelo reparo.
- A manutenção das partes externas e visíveis da varanda, cabem ao condomínio
Fachadas
- Não adianta adiar a manutenção da fachada do prédio só porque a obra será custosa. Além da deterioração do patrimônio comum, o condomínio pode ser responsabilizado pelos custos de reparação dentro das unidades, caso seja comprovado que foi pela fachada que adentrou a umidade.
- Em geral é o condomínio quem arca com esse tipo de custo. Para evitá-lo, é importante manter a manutenção da fachada em dia, seja com a recolocação ou substituição de pastilhas, pintura ou a feitura de um novo acabamento.
- O importante é manter a umidade longe das unidades, já que são elas as causadoras das infiltrações.
Janelas
- Há casos, porém, de infiltrações vindas das janelas cuja responsabilidade não é do condomínio. Por exemplo, quando há falta de manutenção das esquadrias de janelas, como borrachas, silicone ou escova. Também vale verificar se a raiz da infiltração não é a instalação incorreta de aparelhos de ar-condicionado. Quando a situação é uma dessas, a responsabilidade pela infiltração é do condômino.
Fonte: Conteúdo SíndicoNet
Para evitar as multas nos condomínio, siga as dicas da Mondexflex:
Não alterar a fachada: além de ocasionar multa, a construtora e o arquiteto responsável podem processar o condômino, por alteração do projeto sem autorização.
Pais e filhos devem respeitar as regras do condomínio - Fonte: Síndiconet
Morar em condomínio requer respeito ao próximo e às regras para que o dia a dia seja tranquilo e sem problemas. Entretanto, vira e mexe acontece alguma coisa que altera a ordem do ambiente. Seja uma discussão, parar em vaga errada ou barulho em excesso. Quando há crianças envolvidas, as queixas tendem a ser um pouco maior, mas nada que não possa ser resolvido.
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É possível viver tranquilamente dentro de um condomínio desde que cada um cumpra a sua parte em não incomodar o outro e em saber quais são os limites.
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Respeitar regras, limites e não incomodar as pessoas também vale para as crianças. Os pais devem educá-las para isso.
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Quando há problemas, seria ideal uma reunião de condomínio para discussão das regras.
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Se a criança está incomodando mesmo ao brincar dentro do apartamento, o morador incomodado deve pedir ao porteiro ou ao zelador que ligue para a unidade que está incomodando e solicite silêncio.
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Isso não é falta de educação e o funcionário do condomínio não deve ficar constrangido. É preciso saber cumprir as regras estabelecidas em acordo com todos.
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Claro que é preciso cautela. A reclamação será procedente se o barulho que a criança estiver fazendo for em horário ou local indevido. É preciso lembrar que é da natureza das crianças brincar, correr, falar, dar risada, etc.
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Uma forma de lidar com a rebeldia das crianças é eleger um mini-síndico. A criança eleita terá contato com o trabalho do síndico e com os problemas diários do condomínio. Isso ajuda a criar consciência.
- Esse tipo de eleição acaba se tornando algo divertido e é fácil de organizar. Basta convidar as crianças, separar papel, caneta e uma caixa para depositar os votos.

